quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Feliz aniversário, Bebel!


Sempre brinco falando para meus sobrinhos e sobrinhas que eles e elas nasceram em minha própria barriga mas, por eu ser ainda novinha e estar estudando eu as 'emprestei' às suas mães para que elas fossem criadas com amor, dedicação e essas mães adotivas dessem a eles(as) tudo de bom que precisassem.

Na verdade, me sinto muito mãe mesmo de meus sobrinhos. Amo-os com amor maternal e sempre quero saber como estão, se se comportam na escola, se têm algum problema, alguma dificuldade que eu possa ajudar a resolver... Pretendo ser presente, embora meu tempo seja realmente e cada vez mais escasso. Ainda. Por isso ainda não moram comigo. Rs.

Claro que isso tudo não passa de uma leve e engraçada brincadeira.

No final das contas, o resumo é esse: amo, amo, amo aqueles meninos que serão pequenininhos para sempre.

Hoje o dia do nascimento de Roberta minha florzinha...

Quero desejar a você, Bel,minha doce sobrinha-filha, menina bonita e inteligente, toda a felicidade do mundo.

Eu te amo, te amo, te amo.

Coro de Câmara Municipal de Jequié



Pois é, gente...

Tenho um monte de novidade para postar e agora fico pensando que talvez seja necessário apenas começar.

Vão perceber que estou aquém da revisão ortográfica pois ando estudando quase que somente Psicanálise. Não me cobrem, não me culpem. Sou mesmo arcaica.

Já que participo atualmente também do Coro de Câmara Municipal de Jequié, vale a pena registrar aqui, ainda que rapidinho, um pouco das emoções que temos vivido. Eu até que tento fugir. Só não resisto aos apelos de meu maestro nem à paixão pela música. Cá estou eu, de novo, cantando. Cá entre nós: a-m-a-n-d-o!

Para quem não me conhece, sou, do Coro de Câmara, a segunda. Aí fica mais fácil ver. Rs.

A noite do dia 28 de setembro de 2009 foi um momento inesquecível, de puro show, da boa Música Popular Brasileira, no Palácio das Artes, aqui em nossa querida Jequié.




Uma pessoa, uma forte raíz.


Então a gente vai amar se ver e se curtir pois nas veias de cada um de nós haverá um forte e irreversível traço de seu sangue... E, no nariz de um ou de outro, a marca de sua raça. E no dedinho do pé de algum de nós algum detalhe que lhe lembre... E em nosso sorriso, de um modo geral, um pouco de papai que amamos para sempre.

Saudades de vc, meu outro pedaço de vida!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Gripe Suína


Quem quiser entender melhor as questões políticas que envolvem a Influenza A - e compreender porque desde sempre os intelectuais tentam nadar contra a forte e perversa maré do capitalismo selvagem, pode ler aqui o texto (Gripe Suína) bastante esclarecedor de Saramago. Mais uma vez, um importante convite para abrirmos os olhos, emanado do livro Ensaio Sobre a Cegueira.

Obrigada, Saramago, mais uma vez.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Dar um passo além de si mesmo





















Nem sei se ainda sei blogar... Faz tanto tempo...

Desde que comecei o curso de Psicanálise (pelo qual estou apaixonada!), parei de escrever por aqui.

Ainda estou fazendo o mergulho dentro de mim. Tenho descoberto coisas que me amedrontram e outras que me dão esperança e alegria. Acima de tudo, já sei que preciso me desprender, desconstruir de novo, dar passos maiores para fora e para dentro de mim mesma e crescer. Retroceder. Seguir. Criar coragem.

Essa viagem é sem fim e fantástica. Mas por ela você acaba encontrando pontos desagradáveis. O melhor de tudo, para mim, é poder verificar as possibilidades e os próprios limites. Assumir-se como gente além de apenas falar em humanidade.

Não tenho ainda certo sobre o que continuarei escrevendo ou se continuarei fazendo isso. Só adianto que o caminho que percorro é bastante interessante. A gente nunca sabe ao certo quais horizontes a gente guarda dentro de si nem quanta bagagem os nossos poucos anos de vida conseguem carregar. Descobrí-la, pois, é o trabalho do analista, junto com seu analisando. Na verdade, é o trabalho do analisando.

Saramago fala que “É necessário sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saimos de nós”.

É isso.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Aos meus amigos solteiros























Sou suspeita para falar sobre o assunto, posto que ainda sou solteira mas tenho (sic) umas dicas quase psicanalistas para minhas amigas e meus amigos solteiros a fim de que eles tenham êxito em seus futuros relacionamentos e saiam do encalho.

Tenho amigos e amigas interessantes, bem sucedidos, bonitos, profissionais com futuro garantido, gente de muita prosperidade mas que não têm êxito nessa área do amor.

Quero, neste texto, pontuar algumas pendências que eles precisam resolver para, enfim, conquistarem sua princesa ou seu príncipe encantado.

É necessário ter a convicção de que estar sozinho é algo muito bom. Procurar o outro porque não suporta nem sua própria companhia é algo comprometedor pois ninguém mer
ece ficar com alguém que nem de si mesmo gosta. Alguém que não tenha o que falar para si próprio, que não tenha coragem de fazer uma pipoquinha para comer sozinho, desfrutando de sua própria pessoa, alguém que não tem papo consigo mesmo não terá o que compartilhar com o outro e aí bye bye... poderá ficar fadado à solidão o resto da vida.

Tratar o outro como tábua de salvação também está ligado à idéia acima. Ninguém é salvador de ninguém. Não há uma pessoa sequer na vida que possa redimir você de seu calabouço existencial a menos que você queria dar um passo além de si mesma e se libertar emocional e intimamente. Então, amigos e amigas: seu par não é sua mãe nem seu pai. Ele/ela não tem obrigação de lidar com seus mimos e manias e ainda ter paciência, tolerância. Seria bom que tivesse, mas até que chegue o amor – aquele sentimento que é também ação – de fato, isso não vai se dar mesmo. Suas neuras podem ser resolvidas num consultório psicanalítico. Não no seu namoro ou em suas amizades potencialmente próprias para namoro.

Se arrumar com exagero também é outro ponto que, principalmente entre as mulheres me intriga. Tenho amigas e conhecidas – isso digo especialmente para mulheres – que parecem uma árvore de natal. Bem de longe você já as enxerga com cores provocantes, tipo ‘cheguei!’. Cheias de penduricalhos, joias para todos os lados, maquiagem exagerada. Unhas sempre impecáveis. Gente que dá pena de pegar. Eu fico com pena dos homens nessa situação. Eles devem criar sobre elas o mito de que não são pessoas. São objetos cristalizados dos quais, se chegarem perto, se quebram. “È melhor manter distância”, penso que concluem. Não faço aqui apologia a não se arrumar, a desleixo. Falo de tentar ser o mais discreta possível.

Eu tinha um colega Advogado que usava óculos caríssimos de sol, com a lente espelhada e azul. Ele era e é um fofo. Nos dias de chuva ele usava um sobretudo imenso preto. Era uma figura de outro mundo. Se destacava entre nós. Fulano chegou, todo mundo olhava. Curiosamente ele não tinha muito sucesso entre as mulheres, embora fosse muito bem sucedido e inteligente.

Outra coisa que questiono sempre é o fato de pessoas solteiras quererem sair em grupo. Talvez elas pensem: eu não estarei sozinha nesse ou naquele ambiente. Cinco, seis, sete meninas estão coladas umas às outras num ambiente qualquer. Pense comigo: que coragem você – menino ou menina – teria de chegar-se a alguém por quem tenha se interessado se ele/ela está cercado por outras pessoas? Quem seriam essas outras pessoas? Elas me aceitariam em seu grupo? Ou me mandariam sair de perto fazendo-me ‘pagar mico’?

Em resumo: poucas pessoas chegam junto de quem está muito bem acompanhado/a.

É lógico que a vida é muito mais ampla do que esse quadro que agora pinto. Claro que há pessoas que não estão mais sozinhas e sempre foram e fizeram tudo isso que aponto como algo negativo acima. A existência da gente é dinâmica e seu par poderá estar aqui mesmo, ao seu lado. Torço que sim! Que quando menos você espere já chegue seu/sua parceiro/a e que seja para toda a vida.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Catadores e Bolsa de Londres

http://www.sulbahianews.com.br/ler.php?doc=1112

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Leinad, minha doce amiga!


Hoje é o aniversário de uma das minhas melhores amigas, Leinad – Daniel ao contrário. E vou confessar: fiz uma travessura terrível com ela. Eu e ela. Foi um ato engraçado, só pra fazer a verdade vir à tona... Tomara que dê certo.

De qualquer jeito nós nos divertimos e, logo cedinho, ela se contorceu de tanto sorrir no seu dia. Ou seja: começamos bem sua festa.

Tive que cantar para ela parte de uma musiquinha que foi muito cantata num dos episódios mais interessantes do Sítio do Pica-pau Amarelo, quando ainda éramos crianças, há algum (não muito) tempo atrás.

Eram duas meninas feias, magras e muito atentadas que provocavam as piores cenas com todas as personagens do Sítio e ainda se faziam de santas. Era engraçado pois ninguém as agüentava mais e elas afirmavam que eram lindas e bem comportadas, como eu e Leinad.

Minha música para Lew, minha doce amiga, hoje, então, foi:

“Nós somos duas meninas bonitas, meigas e finas
Amáveis, doces gracinhas
Nós somos duas meninas unidas, amigas, queridas
Eu sou educada dos pés á cabeça
Eu sou controlada da cabeça aos pés
Não sei o que é diabrura
O que é travessura?
Não sei o que é maldade
Não sei de sujeira!”


Eu amo tanto aquela menininha linda!!!!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Como vai o seu nariz?


De pinóquio, ou palhaço
Como vai o seu nariz?
Curioso, enxerido!
Todo assim é seu nariz.

Cheirador, descobridor
E também pesquisador
Fino, longo, achatado
Algo que o boi pisou.

Um nariz que chega adiante
Antes mesmo que você
Forma bem o seu rostinho
(Apertado é carinho)
Quão gostoso é respirar!

Se está congestionado
Vije! Atchim! Cuidado!
Vermelhinho já está.

Pode ser muito engraçado
Mas vai merecer cuidado
Pra voltar a se empinar.

E dar vida, alegria
Animar seu coração
Que já está se deliciando
Pelo fim dessa canção.



(Obs.: a imagem é do site www.clinicadaalegria.blogspot.com)

terça-feira, 15 de julho de 2008



“Quando o caminhante perguntou quanto tempo teria de jornada, o Filósofo simplesmente respondeu "Caminha”! e justificou sua resposta aparentemente inútil, com o pretexto de que precisava saber a amplitude do passo do Caminhante antes de lhe poder dizer quanto tempo a viagem duraria.”

Freud, em 1911.