quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Carol Gualberto




Há algumas coisas na vida que me emocionam sobremaneira. Uma delas é o CD – todo ele! – da Carol Gualberto.

Carol é filha de uma das mulheres do Quarteto Vida. Quando eu era adolescente, sua mãe Vânia Sathler, junto com outras três mulheres, já marcavam minha vida com música vocal de estremo bom gosto e fina harmonia. Aquilo me estimulava a vida, dava ânimo à minha camihada musical.

Agora, há pouco tempo, eu tive o prazer de ter contato com a musicalidade da Carol, através do seu CD “Das Coisas Boas da Vida.” O próprio nome do CD já prenuncia o que a gente pode encontrar por lá, pois cada música faz exatamente um recorte significativo acerca do que vale a pena da vida, em sua essência.

Carol é criativa, tem movimento. Está muito bem acompanhada por seus músicos e a brasilidade com que se apresenta em seu trabalho é algo realmente digno de nota. Bom gosto, requinte e simplicidade. Em Carol não se vê nada da tão conhecida religiosidade fácil e infantil que a gente encontra aqui no Brasil. Não se encontram os velhos “jargões” gospel nem o famigerado "evangeliquês". Carol não trata da prosperidade infantilizada, embora cada uma de suas músicas traga uma forte mensagem de perdão, amor e graça. A Graça Divina, tão fundamental para todos nós. Isso, sim, Carol, é prosperidade!

Gosto dos temas trabalhados no seu CD e fico pensando que foram escolhidos a dedo, com muito carinho e imensa reverência ao que realmente é importante para a vida. Acima de tudo, é um trabalho existencialista de profundidade cativante.

Este CD da Carol Gualberto pode ser encontrado na Veroshop, que é a loja de meu marido Joe Edman.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Como vai o seu nariz?


De pinóquio, ou palhaço
Como vai o seu nariz?
Curioso, enxerido!
Todo assim é seu nariz.

Cheirador, descobridor
E também pesquisador
Fino, longo, achatado
Algo que o boi pisou.

Um nariz que chega adiante
Antes mesmo que você
Forma bem o seu rostinho
(Apertado é carinho)
Quão gostoso é respirar!

Se está congestionado
Vije! Atchim! Cuidado!
Vermelhinho já está.

Pode ser muito engraçado
Mas vai merecer cuidado
Pra voltar a se empinar.

E dar vida, alegria
Animar seu coração
Que já está se deliciando
Pelo fim dessa canção.



(Obs.: a imagem é do site www.clinicadaalegria.blogspot.com)

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terça-feira, 27 de maio de 2008

Grupo Novas Criações


Aí está uma foto histórica de nós, do grupo Novas Criações, ainda adolescentes, na Primeira Igreja Batista de Jequié, cantando nos quinze anos de Gisane Monteiro.

Na foto estamos, em ordem, Júnior Boca, eu, Gisane - no seu trono - Cleyton Barbosa e Joe Edman. (Onde estava o Adriano nessa época, gente?!).

Uma delícia relembrar.

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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Meu paiol


Moramos, aqui em Jequié, interiorzinho da Bahia, entre a Caatinga e a Mata. Então, como já escrevi em outro espaço aqui, o clima oscila muito. A gente, quando faz frio aqui, sente a influência da mata e morre de frio. Tipo 13 ou 14 graus. Para nós isso é gelo.

Quando faz calor... muitíssimo calor. Chegamos a ter 45 graus. Ufa! Haja água, filtro solar e sombra!

Temos também o “Santo” Elomar. Um cabra retado de Vitória da Conquista que, da Casa dos Carneiros, consegue traduzir sofrimento em beleza, como fazia nosso memorável Luiz Gonzaga.

Um bocadinho de Elomar para você, neste fim de ano. E que a esperança que ele sinaliza em sua poesia bata em nosso rosto com ar de quem gosta de ser feliz.



Campo Branco (Elomar)


Campo Branco minhas penas que pena secou
Todo bem qui nóis tinha era a chuva era o amor
Num tem nada não nóis dois vai penano assim
Campo lindo ai qui tempo ruim
Tu sem chuva e a tristeza em mim

Peço a Deus grande Deus de Abraão
Prá arrancar as pena do meu coração
Dessa terra sêca en ança e aflição
Todo bem é de Deus qui vem
Quem tem bem lôva Deus seu bem
Quem não tem pede a Deus qui vem


Pela sombra do vale do ri Gavião
Os rebanho esperam a trovoada chover
Num tem nada não também no meu coração
Vô ter relempo e trovão
Minh’alma vai florescer

Quando a amada e esperada trovoada chegá
Iantes da quadra as marrã vão tê
Sei qui inda vô vê marrã parí sem querê
Amanhã no amanhecer
Tardã mais sei qui vô ter
Meu dia inda vai nascer

E essa tempo da vinda tá perto de vín
Sete casca aruêra cantaram prá mim
Tatarena vai rodá vai botá fulô
Marela de u’a veis só
Pra ela de u’a veis só



Glossário
Campo Branco: Tradução de Caatinga, expressão indígena
Ança: ânsia
Iantes das quadra asmarrã vão ter: Antes do ciclo biológico das cabras, elas vão parir
E esse tempo da vinda tá perto de vim: Expressão bíblica, derivada da profecia:
os tempos da ressurreição estão próximos.
Sete casca aruêra: árvore medicinal
Tatarena: árvore que se abre em flor, anunciadora da chuva

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terça-feira, 20 de novembro de 2007

Banda de Boca



A Banda de Boca estará aqui em Jequié dia 24 de novembro, neste próximo sábado, às 20:00 horas, no Centro de Cultura Antonio Carlos Magalhães.

Os ingressos poderão ser adquiridos ao preço de R$ 20,00 na Líder Comercial ou lá mesmo no local do evento.

Realmente não dá para perder qualquer apresentação deste grupo que emociona e diverte com rara beleza, arte e profissionalismo.

Neste tempo de música plástica, de cultura do lixo e de tanta coisa sem sentido intelectual algum que corre pelo ouvido da gente, vale a pena ouvir algo minuciosamente construído.

Todas as músicas falam de categorias importantes da vida como amor, liberdade, desigualdade social, cultura popular bem como vários outros.

Além da riqueza musical... sobre isso não vou me aprofundar mais. Apenas indico com muito prazer.

Vejo você por lá.

O convite está feito.

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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Coro Infanto Juvenil - Natal 2007


Sempre tive vontade de fazer um trabalho voluntário que contemplasse o maior número de crianças possível.

Depois de vinte anos de experiência com Musicalização Infantil, trabalhando com percepção musical, coordenação motora, iniciação musical, ritmo, dando ênfase em itens como socialização e trabalhando no sentido de ajudar crianças tímidas a utilizarem palco, utilizarem microfones e se apresentarem em público, tive a idéia de formar um Coro Infanto-Juvenil nesta cidade.

A partir do dia 31 de outubro realizaremos, portanto, um novo projeto para o Natal do ano de 2007, aqui em Jequié – BA.

Sua culminância será a apresentação em lugares fechados, com grande movimentação pública como supermercados, bancos, Centros de Cultura, Igrejas dentre outros.

Temos pouco tempo para ensaios e já começamos a selecionar e inscrever crianças de cinco até dezesseis anos para participarem desse novo trabalho.

Durante toda a minha vida cantei em coros infantis, em vários coros para jovens e fui regente de coros de todas as faixas etárias. Esta larga experiência me permite entender que não há nada mais prazeroso do que ver crianças pequenas articularem bem as palavras e de forma melodiosa. A harmonia que elas conseguem produzir, se bem trabalhadas, é algo realmente espetacular e emocionante.

Fiz vários cursos de Musicalização Infantil, Percepção e Teoria Musical, Regência e Canto. Além disso trabalhei toda a minha vida nessa área de Música.

Sou Pedagoga formada pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Licenciada em Ciências pela mesma instituição, Especialista em Planejamento Educacional e em Metodologia do Ensino Superior. Sou também Psicanalista em formação.

As vagas, para este projeto do Natal de 2007 são limitadas e as pessoas interessadas deverão entrar em contato comigo através de meu e-mail pessoal.


Obs.: A primeira foto é de uma solista de quatro anos de idade, componente do coro.
As outras são da apresentação da Cantata Barquinho Azul, na Igreja Batista Sião, em 21.10.2007.
Foi muito lindo!
Detalhe para os coristas do fundo: ex-coristas que apresentaram em 2007 o mesmo musical. Eles foram convidados de surpresa... subiram emocionados para cantar. São eles: Miga, Larissa, Éder, Franc e Sheyla. Agora já estão maiores e mataram a saudade em alto estilo. Rs.

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quarta-feira, 6 de junho de 2007

Te Vejo Poeta

Te vejo poeta quando nasce o dia
E no fim do dia
Quando a noite vem

Te vejo poeta na flor escondida
No vento que instiga
Mais um temporal

Te vejo poeta no andar das pessoas
Nessas coisas boas
Que a vida me dá

Te vejo poeta na velha amizade
Na imensa saudade
Que trago de lá...

Contudo um poema
Tua obra de arte
Destaca-se à parte
Numa cruz vulgar

Custando o suplício do Teu Fiho amado
Mais alta expressão do ato de amar.


(Por falta de inspiração para escrever apresento hoje aqui uma das músicas de que mais gosto, que me inspira e anima a alma.

Ela está no CD "Pra Cima Brasil" da Regina Mota.

O produto final ficou lindo e tem a participação de muita gente boa.

Vale a pena ouvir a música.).

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terça-feira, 24 de abril de 2007

Canção de Pedro...


Canção de Pedro

Ainda me lembro quando vieste aqui,
Sentaste a mesa e partiste o pão,
Dizendo coisas que eu não entendia, e dizia "não"...
E fiz promessas de jamais faltar,
Andar contigo, te acompanhar;
Mas quando foste ao monte em meu lugar,
o primeiro fui a te negar...

Ainda me lembro... o tom da Tua voz,
Quando lavaste aos pés de todos nós,
E o teu olhar dizia que um dia eu ia entender;
Mas não podia nem imaginar,
O sofrimento que te vi passar
Quando subiste ao monte em meu lugar,
Mesmo sem merecer...

E hoje aqui, Tu vens a me dizer
Que nada importa tudo o que passou;
E me convidas a andar contigo,
Me aceitas como sou...
Se o Teu rebanho vens me confiar,
Tudo o que tenho quero te entregar
A minha vida é tua:
Nunca mais eu quero te deixar...

Esta letra é do meu amigo Adriano Estevam. Foi musicada por ele mesmo e por Joe Edman em 25.07.1996, quando ainda éramos adolescentes.

Perdoar é algo típico do ensino do Cristo de Deus.

Mas confesso que tenho dificuldade de ver com os mesmos olhos alguém que tenha me traído ou descepcionado.

A proposta do perdão é profundamente difícil de ser cumprida, embora seja possível (e preciso!) tê-la como pano de fundo para a existência.

Li um pensamento que afirmava que, na cena do pátio, quando Pedro acabara de negar a Cristo, O Senhor estava aprisionado fisicamente mas livre o coração e que seu olhar para Pedro já era, imediatamente, um olhar de amor.

Pedro, por sua vez, encontrava-se extremamente preso em suas dores existenciais ainda que civil e militarmente livre.

Que coisa tremenda!

Eu quero poder viver - viver muito - isso tudo.

Parabéns, meninos!

A música é linda! Tem consistência bíblica - tão rara nas produções de nossos dias.


Foto

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2005

Cantatas e Musicais...

Eu tenho muito prazer em trabalhar com coros, mesmo não tendo habilitação acadêmica pra isso.
Vou anotar alguns dados, aleatórios, sem cronologia rígida, das atividades que fizemos juntos, especialmente com pessoas da Igreja Batista Sião, minha igreja aqui em Jequié. Que me lembre, e quero registrar isso aqui para não mais esquecer, fizemos:
Este ano, com os jovens da Sião junto com outros da Primeira Igreja Batista, a cantata O Rei de Amor (Autor: Rodger Strader, Arranjos: Bob Krogstad e Versão: Waldenir Carvalho). Uma linda cantata de natal da qual participei como corista num coro organizado por Cleyde Barros há muito tempo além de a termos executado também com um grupo do qual fiz parte em minha adolescência, chamado: Filhos de Sião. Uma delícia esta cantata. Cantá-la me faz lembrar de um tempinho muito bom da vida.
Neste momento, temos como baixos: Gilson (Banda), Orlando (Dão) e Jonas. Além de Lindenberg (Kiko) e Josivaldo (Zé) que tão gentil e eficazmente, fazem o baixo quando é necessário. No tenor temos Marcelo, Wesley, "Chefe Bade", Gileno (Da PIB) e os flexíveis Kiko e Josivaldo (o Zé). No soprano temos Patrícia, Joana Dark, Jersonete (nossa Nete), Mirian, Leidiane e Raquel. No segundo soprano, Sheila, Gaby e sua irmã, Adriana, Lenine. No contralto eu tenho Laudir, Valdinete, Miga, Mariane, Midian, Geane, Célia. Se me esqueço o nome de alguém, peço perdão. Neste período cantamos na Primeira Igreja Batista, duas vezes na Igreja Batista Sião, na Praça Ruy Barbosa e nas igrejas batistas do Entroncamento, de Lafaiete Coutinho. Cantamos também na ceia de Natal do Batalhão de Polícia Militar. Foi muito bom. Viajar junto com pessoas tão especiais... hummmmm. Que ma-ra-vi-lha. Sem contar com a presença marcante de Joe Edman, meu namorado no som e ao piano quando pudemos cantar "Tudo é paz", uma música bem simples e muito conhecida que está no Cantor Cristão. Cantamos assim com um arranjo simples e de muito bom gosto: o coral faz "aleluia" enquanto a igreja canta "Tudo é paz... tudo amor..." Coisa mais linda. Eu nunca vou me esquecer desses ricos momentos que temos vivido.
Ontem íamos à cidade de Itiruçu. Como não deu certo porque o ônibus só chegou às 20:30 horas, cantamos outra vez na Sião com a soprano Gisane Campos Monteiro. Nane chegou para somar conosco e foi outro momento muito especial. Só tenho a agradecer! Nane é formada em música pelo Seminário Batista do Sul do Brasil no Rio de Janeiro e pela UFBA - Universidade Federal da Bahia. Um grande soprano!
Além do Rei de Amor, este coro de jovens da Igreja Batista Sião fez:
- Com os Anjos Cantai! - Uma cantata de músicas Negro-espiritual - linda! Indicada pelo músico Wankleber Vitório Miranda;
- Vivo Está - coisa mais linda do mundo! Apresentamos a Vivo Está em vários lugares, inclusive universidades, hospitais etc. Editamos um filme sobre a vida de Cristo e conseguimos montar o play back por detras do filme, comparando as cenas com todas (todas) as músicas da Vivo Está. Contei com a ajuda de Márcio para cuidar da música e de Luciano para montar o filme. Além da ajuda - é claro! - de Zé. Ficou perfeito o trabalho. Tive estafa no final mas faria tudo de novo. Inesquecível. Tivemos de repetí-la ano passado.
- Cristo - A Luz - parece que esta é do grupo Prisma;
- Emanuel - Deus Conosco - um musical simples mas executado com uma especial unção;
- Pastores Venham Celebrar - Uma saudosa lembrança de tanta gente que não está mais aqui...
- Rei Glorioso - uma linda cantata escrita por meu amigo Luciano Belo, do Norte do País. Esta, cantamos com o coral da Igreja Batista Filadelfia na cidade de Jaguaquara. Interessante junção. Ensaiamos os dois corais separados: um numa cidade, outro na outra. E as apresentações foram emocionantes. Sinto saudades disso.
Fizemos também outras tantas cantatas e musicais ao longo de todos estes anos. Vou me lembrando os nomes e anotando aqui.
Com o coral infantil também fizemos muitas cantatas e musicais de natal. Particularmente eu prefiro trabalhar com crianças porque é muito engraçado, muito gracioso e mais tranquilo. Verdadeiramente me divirto com cada uma delas. Fizemos também muitas peças musicais para o dia dos pais, das mães, para a páscoa e tambem para o natal. Uma Mãe Pra Me Agradar (com a participação brilhante de Kêu, uma doce mulher que fez o papel da mãe na peça que acompanhou o musical), da Bênção Music; Meu Pai é um Amigão; Rei Diferente; Foi Assim (da Bênção Music), O Verdadeiro Dia das Crianças (com a participação maravilhosa de Zé e Sheila como os pais da peça) e outras tantas também. Eu amo coros infantis. AMO! Estou me devendo voltar a sentir esse grande prazer. Há dois anos tive o privilégio de trabalhar uma cantata com a CEMAR - Escola Maria Rosa, que é um espaço para Portadores de Necessidades Especiais. Contamos com a ajuda importante da Profª. Rafaela, uma linda jovem tradutora de LIBRAS - Linguagem Brasileira de Sinais. Tive como corista um menininho chamado Lucas, que não tinha pernas nem braços cantar com tanta alegria e - melhor - ser promovido para a escola regular (aquele menino vai longe! Ganhei meu natal!).
Wankleber Vitório, Cleyde Barros, Elienai Fonseca, Álvaro Silva foram pessoas importantes na minha formação musical.
Joe Edman, Clarindo Júnior, Cleyton Barbosa, Adriano Estevam, Gisane Monteiro, através do grupo Novas Criações, têm sua contribuição musical em minha vida.
Minha mãe Ita, meu pai Bené, minha irmã Vana e meu irmão Marcos, meu pastor Flordenísio Sampaio, a Primeira Igreja Batista e a Igreja Batista Sião nesta cidade também me ajudaram e ajudam a crescer muito. Com esse povinho bom, direta ou inderetamente com sua ajuda, fiz uns cursos de musicalização infantil, de teoria musical, participei de algumas oficinas de música etc. De música mesmo... não sei nada! Rs. Todo mundo sabe disso.
Eu sei que só reproduzo o que já existe. Não construo nada nem faço muita coisa diferente. Mas sinto uma alegria tão grande em poder compartilhar música de boa qualidade com tanta gente boa e que amo, que isso tudo, todo esse movimento, toda essa dinâmica se traduz em vida na minha existência e dá a ela um sentido especial. Sei que a música tem um enorme poder de alegrar pessoas, de presentear o coração. É isso que tenho feito, a começar pelo meu.
Eu sou uma pessoa privilegiada. Poder servir a meu Deus assim... hummm. Que de-lí-cia!

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